quarta-feira, 10 de julho de 2013

Espetáculos da natureza

Já faz algum tempo.Tive a sorte de olhar pela janela do apartamento nessa manhã e assistir a esse espetáculo protagonizado pela natureza, completamente de graça.
Também tive a sorte de ter a câmera por perto e registrar essa visão privilegiada e tão fugaz.
Fiquei sem fôlego. 

A chuva já tinha caído bem de mansinho alguns minutos antes. O sol tentava, a todo custo, se impor. Quem ganhou fomos nós, simples mortais!

O arco era perfeito. Não consegui registrar por causa da rede na janela. Esse é o outro lado.
A cidade amanhece.

De repente, surpreendentemente um outro arco começa a se formar ao lado do primeiro. Mais tímido mas não menos maravilhoso. Nunca tinha visto antes. A boca não fechava de espanto e "maravilhamento"!

O sol já começa a ofuscar a beleza do arco-iris e a acordar a cidade linda para mais um dia de vida. 
Valeu Natureza!


domingo, 7 de julho de 2013

Trabalhando no frio

Acho um tanto difícil costurar no frio. Não sei se é porque meu pequeno ateliê fica meio solitário junto à área de serviço do apartamento, longe do calor dos moradores da casa, ou se é por conta  do aconchego que os fios de  lã proporcionam. A verdade é que minha produção de itens costurados cai muito no outono/inverno.  Prefiro ficar na sala tricotando ou crochetando e assistindo a um bom filme ou programa de tv. E, a cada inverno, saem coisas diferentes de minhas queridas agulhas.
Este ano resolvi fazer um cachecol  que aprendi com a criativa Jud nesse endereço aqui:
Fiz algumas modificações para adaptar o trabalho à minha lã e às minhas agulhas. Usei a lã Desejo e agulhas  seis e meio. Coloquei 30 pontos na agulha e tricotei até terminar o novelo, deixando um pedacinho de lã para arrematar. Ao invés de deixar cair 5 pontos como a Jud fez, desmanchei 3 pontos. Achei que assim o corpo do cachecol ficou mais largo e mais ao gosto da presenteada - minha filha mais nova. 

Aqui está ele, pronto, pendurado no chapeleiro que deve ter uns quase 60 anos e que ficava no consultório dentário do meu pai.


Em cima de uma das camas do quarto de visitas, para uma visualização melhor das franjas que ficam dos dois lados do cachecol.

Mais "embaralhadinho" para que se tenha uma ideia da fofura do trabalho.

Filha mais velha não quis um cachecol e sim uma gola. Com a mesma lã Desejo e as mesmas agulhas fiz essa gola cinza que combina com tudo. Ficou muito macia e aconchegante. 
Tenho ainda no baú de presentes, um cachecol preto e um berinjela esperando uma ocasião para presentear uma pessoa querida.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Um ás na manga

Sabe aquele presente de última hora? Quem já não passou por isso?
Sempre tenho, dentro do meu baú antigo, várias pecinhas feitas por mim, para presentear amigas queridas ou parentes que nos fazem uma visita inesperada. Adoro.
Mas ultimamente meu estoque estava um pouco baixo. Peguei, então tecidinhos lindos adquiridos na Vila das Artes e fiz algumas big necessaires.
O que são big necessaires? São bolsas tipo necessaires, só que bem grandes, para acomodar lingerie ou produtos de higiene e beleza na mala de viagem ou mesmo para organizar gavetas. 

Gosto de destacar o zíper em cores contrastantes mas ao mesmo tempo combinantes. Esse tecido de corujinhas ficou lindo para os meus propósitos.

Só para dar ideia do tamanho da necessaire. Para o forro, esqueci de fotografar, foi usado um tecido de bolinhas assimétricas, nas mesmas cores do tecido exterior. Quem será que vai ganhar?  

quarta-feira, 26 de junho de 2013

A arte de uma tia querida

Aprendi muito com minhas tias. Irmãs de minha mãe. Aprendi muito com minha mãe, também, é claro. Desde muito cedo, aos 6 anos de idade, aprendi a bordar com minha mãe. Era obrigatório, quando as férias começavam e vínhamos para Marília visitar meus avós, colocar  na mala paninhos  de copa, que minha mãe comprava já riscados, linhas, agulhas e tesouras para passar o tempo. Eu adorava. 
Mas com minhas tias aprendi a apreciar o belo. Elas eram artistas do tricô, da costura, das artes culinárias e de outras artes. Deixaram profundas marcas em minha capacidade de reconhecer e de querer fazer coisas belas. 
Hoje só tenho minha tia Cida, uma segunda mãe. A outra, tia Ruth, está fazendo arte no céu. 
Minha mãe, até hoje, aos 92 anos de idade, ainda borda toalhas em ponto reto. Minha tia Cida pinta quadros e porcelana.
Sou uma pessoa afortunada.

Ganho muitas peças pintadas por tia Cida. Todas estão expostas pelo apartamento. Adoro vê-las todos os dias e usá-las. Tenho um prato belíssimo, pintado por ela, cheio de frutas de tecido feitas por mim. Originalmente era para ser um prato para servir macarronada mas, hoje em dia, faço macarronada só pra dois e o prato é muito grande.
Tenho, também essa molheira, muito delicada e linda. Judiação deixá-la guardada atrás das portas de um  armário. 

Para ter o prazer de vê-la todos os dias e para exibi-la com orgulho, fiz algumas rosas Tilda e lá foram elas ficar mais bonitas dentro da molheira. Duas depositadas no pratinho. 
Posso, assim, continuar usufruindo da preciosa herança deixada por minhas adoradas tias. 

domingo, 23 de junho de 2013

Corujas à mesa

Vi na internet. Adorei. Guardei para uma ocasião em que as coisas estivessem mais tranquilas aqui em casa e eu pudesse, calmamente, pegar o lápis e desenhar corujas no tamanho necessário para se transformarem em jogos americanos. Porque se tem duas coisas para as quais eu não tenho a mínima aptidão, essas coisas são: desenho e pintura. Lápis ou caneta, só para escrever. E pincel, só aqueles de silicone para untar as formas de bolo. 
Assim, um belo dia tomei coragem, respirei fundo e me arrisquei total!
E não é que deu certo?

Fiz quatro lugares. Como não gosto de fazer coisas iguais (meias em tricô ou crochê são uma tortura. O primeiro pé, tudo bem, mas o segundo só sai na marra), variei nas cores e estampas para conseguir chegar ao término do trabalho proposto.

Talvez esse lugar fique para o Pedro - coruja mais discreta e sóbria.

Será que a Mariana vai gostar dessa xadrez em vermelho, cores típicas de cozinha country? Vou torcer para que sim.

Essa tenho certeza de que vai ser a escolhida pela Helena, a menininha da colcha cor-de-rosa.

E essa bonitona em lilás eu fiz pensando na Luísa que escolhe de meias a tiaras, tudo com um toque em lilás.

Mas, enfim, quem sabe? Vou ficar feliz do mesmo jeito se o neto e as netas me surpreenderem e trocarem tudo em suas escolhas. Porque coração de vó só quer ver os olhinhos brilharem  de admiração e contentamento ao se sentarem à mesa adorando suas corujas  de brinquedo.



segunda-feira, 17 de junho de 2013

Cordel de estrelinhas

O título dessa postagem é uma mistura de literatura de cordel com o cordão de estrelinhas que fiz para presentear  a filha mais velha.
Marido, quando viu as estrelinhas estendidas na estante da sala, logo disse que lembravam os livrinhos da literatura de cordel. Acho que ficou legal  assim: cordel de estrelinhas.

Fiz as estrelinhas em crochê, baseadas no gráfico que, gentilmente, Lúcia Klein disponibilizou em seu blog
Seguindo as orientações da Lúcia, mas utilizando restos de linha que eu já tinha há longo tempo guardados, crochetei as estrelinhas e depois coloquei um pouco de goma para que ficassem bem abertinhas.

Antes de levar para a filha que mora em Campinas, pendurei as bonitinhas em minha sala para ver o efeito e para que ficassem algum tempo alegrando o ambiente.

O propósito do cordão é que ele enfeite o apartamento que a filha tem na praia.

Mas elas são tão bonitinhas que nada impede que elas fiquem em qualquer outro lugar. É um trabalho gostoso, fácil e de grande efeito. Obrigada querida Lúcia, por compartilhar tão generosamente seu trabalho. Vale a pena visitar o blog da Lúcia e conferir este projeto e muitos outros maravilhosos que ela tem por lá.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Almofada

Adoro almofadas. Acho que, pelo fato de eu ser baixinha e ficar sempre com os pés balançando ao me sentar em sofás e poltronas, uma almofada é fundamental na vida de um ser humano. Por isso estou sempre à procura de um mode diferente e, sempre que possível, atualizo minha coleção.

A última que fiz foi essa aí em cima, tendo como referência um modelo que vi no Face. Usei meu estoque de fuxicos, preguei "caules" com a técnica da virada da agulha, bordei algumas hastes e adorei!
Mais uma gostosura para apoiar minhas costas e colocar meus pés no chão.