quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Para que servem?



Minha paixão por cestos às vezes me faz ir multiplicando-os pelo simples prazer de vê-los prontos nas mais diversas estampas e cores. Mas recentemente alguém me perguntou: "Para que servem?" Achei que fosse tão óbvio que nunca tinha me dado conta de que precisava explicar. Mas aí pensei que não só de crafteiras e apaixonadas por tecidos vive o mundo e passei a procurar necessidades "reais" para as belezinhas.
Depois que fiz um dos cestos grandes baseado em projeto da Tone Finnanger, resolvi colocá-lo no quarto reservado a hóspedes eventuais. Como o apartamento é pequeno, não cabe ali uma mesa de apoio. Peguei um banquinho de madeira, encaixei entre as duas camas e coloquei o cesto em cima.
À noite, o hóspede cansado, pode deixar dentro dele seus pertences, tais como óculos, documentos, chaves, antes de dormir embalado pela brisa suave da janela aberta, sentindo o perfume da baunilha das fábricas de biscoitos.
Não só de boniteza vive um cesto de tecido.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Delicadezas e preciosidade


Maristela levou, também, sua ideia para uma aula para aprovação das baunilhetes. Inspirada no blog Artemelza, fez dois trabalhos lindos e delicados.
Renata, por sua vez, nos apresentou uma preciosidade, uma manta feita com lã de carneiro, fiada por sua tataravó e crochetada por sua bisavó.
Este trabalho torna verdadeiríssimo o Poema do Crochê transcrito abaixo e gentilmente compartilhado por Roberta Granada em seu blog Tita Carré Agulha e Tricot .

Poema do Crochê

Minha vó inventou um jeito
de existir nos dias de hoje:
premeditou toalhas de mesa
com novelos de crochê
Sabia que as palavras e os gestos
dissolvem-se no espaço
Entrelaçando os fios
costurou nossa linha do tempo
Encontro-a todas as noites
na mesa do café.

autora: Vanessa Conz

Do blog Tita Carré Agulha e Tricot


O trabalho é lindo e nos deixou com um nó na garganta.


As delicadezas da Maristela. Vamos fazer as duas quando chegar a vez de sua aula: um agulheiro-carretel e um anjinho. Para se ter uma ideia da miniatura do trabalho, olhem o tamanho da caneta.

As reuniões do Clubinho são emocionantes, também.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

As artes das comadres - agora a Sílvia


Como postei ontem, as artes das comadres Sílvia e Regina foram tantas que uma postagem só foi insuficiente. Então, volto hoje, apresentando o trabalho lindo e perfeito da Sílvia.

Cabides forrados com tantos detalhes quanto o capricho e amor com que foram feitos.

Porta-copos e jarra em crochê. Linha finíssima.

Sachês românticos com flores de organza.


Detalhe do acabamento em pedraria.

Motivo de tanto empenho, capricho e boniteza? O Bazar das Baunilhetes para o Dia das Mães.
Aguardem!!!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

As artes das comadres


As comadres, como chamamos Sílvia e Regina, são comadres de verdade. São madrinhas dos filhos de uma e de outra. São amigas de longa data. Têm muita história em comum. Histórias que fazem nossas reuniões mais alegres e divertidas.
Mas estas comadres quando se juntam, dividem a criatividade e a força de trabalho, também.
Na última reunião do clubinho nos surpreenderam com tantos projetos completamente prontos que ficamos tentando adivinhar que tempo reservaram para dormir.
Os trabalhos foram tantos que não cabem numa postagem só. Vou começar com os da Regina e amanhã mostro os da Sílvia.
Tanta produção também se justifica: vem aí o Bazar Marília Baunilha do Dia das Mães.

Toalha de bandeja e porta-copos.

Em outro tom, o mesmo conjunto.

Em tons de verde, um kit de toalha de bandeja e porta-copos de maçãs.

Agora um kit com peras.

Toalha de bandeja e maçãs porta-copos em crochê.


Um kit muito diferente composto de pano de cháo, paninho de limpeza, luva para tirar poeira, tudo dentro de um saquinho com o mesmo motivo de aplicação e bordado.

Não é pra ter orgulho de ser uma Baunilhete?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Primeiro os sapos...

A reunião de ontem do Clubinho de Patch foi muuuuito produtiva. Pra começar tivemos a exposição dos sapinhos porta-treco que começamos na semana anterior. Depois, numa explosão de trabalho e criatividade, quase finalizamos as bolsas.

As paredes da Vila das Artes nunca estiveram tão bonitas como ontem. Numa delas, os sapinhos, de todas as cores e credos tentavam escalar para chegar aos píncaros da glória. Nem precisaram. Já chegaram vitoriosos pelas mãos de suas criadoras talentosas.

Nem só de glórias vivem as baunilhetes. Muita ralação vem antes do final feliz.
Maristela em making off de sua bolsinha Tilda.

Télcia trabalha duro com agulhas, linhas e tecido lindinho em tons de roxo. Zezé "luta" com seus tons de cinza e preto.


Renata não se contentou com uma. Começou logo duas bolsas, uma grande e outra pequena.

Resultado da orgulhosa Regina, uma bolsa Tilda floral linda, linda.

Uma miniatura para Gabi, feita pela mamãe Télcia.

Sobrinha feliz essa que vai ganhar esta linda miniatura da tia Maristela.

Sílvia com sua chiquérrima floral com alça de metal.


Depois de tanto gasto de energia, só repondo com um delicioso cachorro-quente feito pela Zezé. Acreditam que esta panela estava quase cheia???

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Cada Canto

Minha filha teve uma loja de presentes com este nome. Sempre achei bonito e sugestivo. Pego emprestado para dar nome a este post e para mostrar onde coloquei um cesto grande, um dos últimos que fiz. Está na minha sala, ao lado de minha cadeira-ateliê, guardando meu trabalho de ponto cruz.
Acho que colocarei um cesto em Cada Canto. Adoro.

Cesto visto de cima.


Close no cesto.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Inspiração Tilda


Impossível fazer só um. Inspirados no livro da Tone Finnanger, adorei fazer estes sachês.

De feltro ou tecido, com crochê ou com remendos chic.


O vermelhinho fiz pensando na delicadeza dos trabalhos da Micheline Matos.