Tínhamos planejado terminar trabalhos que seriam vendidos no Bazarzinho durante a festa anual que a Vila das Artes organiza para expor o trabalhos de seus alunos de cerâmica e das aulinhas das crianças.
Mas a festa foi adiada e, assim, ficamos meio "e agora?" Mas a formiguinha Maristela não é de ficar perdida entre linhas e agulhas. Sacou de sua maravilhosa bolsa de trabalho vários rolos de viés e começou a ensinar flores para as baunilhetes . Foi uma delícia. Todo mundo ficou encantado com a simplicidade e, ao mesmo tempo, com a beleza do resultado do trabalho. A Télcia ficou muito preocupada porque teme que seu orçamento agora tenha que ser dividido entre paninhos e viés.
A Regina já anteviu suas caixinhas enfeitadas com flores de viés.
Enquanto tudo isso rolava, a Eneida ia coordenando e anotando idéias a serem desenvolvidas no próximo ano.
Depois da aula de viés, a Eneida ensinou a fazer rosas de tecido (assunto do próximo post) e apresentou o sarubobo preso a um lápis. Vai ser a aula do dia 7 de dezembro.
Depois de muita risada e apelidos impublicáveis, deixamos a mesa de trabalho e nos dirigimos à mesa do lanche que tinha dois tipos de bolo de cenoura com cobertura de chocolate (como isso fosse possível), rosquinhas banhadas em leite condensado e coco, panetone chileno, café, refrigerante normal, refrigerante zero e suco de goiaba.
Fazer flor de viés dá uma fome...


